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Testemunhas faltam e juiz remarca audiência que apura execução em hospital de Belém para agosto

O juiz Edmar Pereira suspendeu a audiência das testemunhas que iriam depor sobre o evnvolvimento de cinco policiais militares e do guarda municipal acusados de envolvimento no assassinato de Jaime Thomaz Nogueira Júnior, o “Pocotó”, em 2015. A audiência, que começou nesta quinta (18), deve continuar nos dias 21 e 28 de agosto já que, de 8 testemunhas aguardadas, penas três compareceram.

“Pocotó” foi executado com 13 tiros enquanto estava recebendo atendimento no hospital da
Unimed após ter sido baleado em confronto com a polícia. Ele era suspeito de envolvimento na morte do policial Vitor Cezar Pedroso, em outubro de 2015. A vítima passava por procedimento parampédico e estava sob a guarda de policiais quando os homens encapuzados invadiram o hospital e o assassinaram.

Entre as testemunhas que não compareceram estavam os policiais que faziam a escolta de “Pocotó” e familiares da vítima. A audiência de instrução presidida pelo juiz Edmar Pereira começou por volta de 9h50. As três testemunhas que compareceram foram ouvidas pela justiça.

Os militares Walter Fernandoda Silva Almeida, Rubens Luiz Fernandes Maués, Anderson Fernando da Silva Teixeira, Victor Rosa Pereira, Mickley Robertson Cunha dos Prazeres e o guarda municipal Antenor Chagas da Cunha foram denunciados pelo promotor de justiça Rui de Almeida Barbosa e respondem pelo crime de homicídio duplamente qualificado. Dos seis acusados apenas o PM Victor Rosa não compareceu.

Segundo os autos, três dos denunciados teriam sido responsáveis pela invasão do hospital. Os demais montaram guarda e ajudaram na fuga após o assassinato de Pocotó. Os acusados ainda serão ouvidos pela justiça, mas a defesa dos réus sustenta a tese de negativa de autoria – isto é, os advogados dos réus alegam que eles não participaram do crime.

Fonte:G1
Foto: Reprodução/TV Liberal


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