Início Esporte Muito dinheiro: veja quanto joias de Xerém renderam para o Fluminense

Muito dinheiro: veja quanto joias de Xerém renderam para o Fluminense

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A recente negociação de Wendel com o Sporting por 7,5 milhões de euros (R$ 29,14 milhões), mostrou mais uma vez a importância das categorias de base para os cofres do Fluminense.

Os “Moleques de Xerém”, como são conhecidos os jogadores que utilizam as instalações destinadas às categorias de base do clube, são destacados na página oficial do clube e, desde a venda de Roger, em 2000, já renderam mais de R$ 311 milhões em transferências

A maior venda do clube segue sendo Gerson, que chegou ao Flu por meio do time de futsal, e se transferiu para a Roma, da Itália, por R$ 60 milhões.

Outro caso de destaque foi o de Thiago Silva, que se profissionalizou pelo Fluminense, rodou por alguns outros clubes até retornar e acabar negociado ao Milan por 10 milhões de euros (R$ 32,1 milhão na época).

Como é comum no futebol brasileiro, o Fluminense não ficou com o total do montante, já que em várias transações algumas outras pessoas, empresários ou clubes, detenham parte dos direitos dos jogadores.

Mesmo assim, o Fluminense segue lucrando com os jogadores em negociações futuras. No caso de Wendel, o acordo de venda prevê que o clube carioca receba 10% do que o Sporting receber em uma próxima transferência. Além disso, o Flu ainda embolsa o percentual referente à regra da Fifa que premia o clube formador.

Confira as principais negociações envolvendo atletas da base do Fluminense: